{"id":892,"date":"2008-04-02T12:54:41","date_gmt":"2008-04-02T15:54:41","guid":{"rendered":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=892"},"modified":"2020-10-20T21:58:01","modified_gmt":"2020-10-21T00:58:01","slug":"mapeamentos-geologicos-atraem-investimentos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=892","title":{"rendered":"Mapeamentos geol\u00f3gicos atraem investimentos"},"content":{"rendered":"\n<p>seg, 04\/02\/2008 &#8211; 12:54<\/p>\n\n\n\n<p>Foram os investimentos em projetos de infra-estrutura geol\u00f3gica de aproximadamente R$24,5 milh\u00f5es &#8211; partilhados entre a Sicme e o Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (CPRM) &#8211; em um per\u00edodo de cinco anos, que transformou o subsolo mato-grossense em objeto de grandes investimentos privados.<br><br>Atualmente sete empresas executam projetos de explora\u00e7\u00e3o mineral que somam mais de US$1,2 bilh\u00f5es, inseridos na economia do estado at\u00e9 2015. Entre os principais grupos investidores est\u00e3o a Yamana, Minera\u00e7\u00e3o Cara\u00edba, Anglo American do Brasil e Grupo Votorantin.<br><br>Os projetos de geologia e recursos minerais foram iniciados em 2003, quando foi firmada uma parceria entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio, Minas e Energia (Sicme) e o Governo Federal, em parceria com o Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (CPRM) para Elabora\u00e7\u00e3o do Mapa Geol\u00f3gico e Recursos Minerais do Estado de Mato Grosso, na escala 1:1.000.000.<br><br>A partir desse conv\u00eanio foram firmadas outras parcerias que resultaram na elabora\u00e7\u00e3o do Sistema de Informa\u00e7\u00e3o Geoambiental de Cuiab\u00e1, V\u00e1rzea Grande e Entorno (SIG); Mapeamento Geol\u00f3gico de Tr\u00eas Folhas (Aripuan\u00e3, Tapai\u00fana e Ju\u00edna), denominado Projeto Noroeste de Mato Grosso; Levantamento Aerogeof\u00edsico do Estado de Mato Grosso; Projeto de Geologia e Metalogenia da Prov\u00edncia Aur\u00edfera Juruena\/Teles Pires e no Projeto Rochas Calc\u00e1rias e Fosfatadas para Insumos Agr\u00edcolas do Estado de Mato Grosso.<br><br>Os conv\u00eanios assinados entre a Sicme e CPRM foram de R$ 24,5 milh\u00f5es para elabora\u00e7\u00e3o desses projetos, sendo R$ 9,74 milh\u00f5es do Governo do Estado por meio da Sicme e R$ 14,76 milh\u00f5es por parte da CPRM.<br><br>As informa\u00e7\u00f5es dos mapeamentos geol\u00f3gicos s\u00e3o consideradas estrat\u00e9gicas pelos governos Estadual e Federal, e abrangem atividades de campo em escalas diversas- regional, semi-detalhe e detalhe- envolvendo equipes multidisciplinares, formadas por ge\u00f3logos, geof\u00edsicos, geoqu\u00edmicos e outros profissionais.<br><br>A ind\u00fastria mineral contribui para o fortalecimento da economia em especial para gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda. O efeito multiplicador em conhecimentos em levantamentos geol\u00f3gicos \u00e9 significativamente maior na lavra e em industrializa\u00e7\u00e3o dos recursos minerais. Para cada emprego na minera\u00e7\u00e3o, s\u00e3o gerados 13 empregos no Brasil, quatro anteriores e nove posteriores na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o.<br><br>MAPA GEOL\u00d3GICO E DE RECURSOS MINERAIS<br><br>Depois de quase vinte anos de espera, uma antiga reivindica\u00e7\u00e3o regional foi atendida. A publica\u00e7\u00e3o do Mapa Geol\u00f3gico e de Recursos Minerais, na escala 1:1.000.000, marcou a hist\u00f3ria do setor mineral mato-grossense, se tornando desde 2004 um valioso acervo utilizado por empres\u00e1rios, pesquisadores, profissionais do setor mineral e pela sociedade em geral.<br><br>O trabalho constou da compila\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas, geoqu\u00edmicas, geof\u00edsicas, geotect\u00f4nicas e de recursos minerais dispon\u00edveis, complementadas com interpreta\u00e7\u00e3o de imagens de sat\u00e9lite, gera\u00e7\u00e3o de modelo digital de terreno, verifica\u00e7\u00e3o de campo e organiza\u00e7\u00e3o de banco de dados e de texto explicativo, em formato PDF e volume de texto impresso, estruturados em um moderno Sistema de Informa\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas (SIG).<br><br>Para o secret\u00e1rio de Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio, Minas e Energia, Alexandre Furlan, esse trabalho proporcionou ao setor mineral entrar numa nova fase. &#8220;Ficou para tr\u00e1s o tempo da garimpagem sem nenhuma estrutura, que gerava degrada\u00e7\u00e3o do meio ambiente. Com a publica\u00e7\u00e3o desse acervo ser\u00e1 poss\u00edvel atrair investimentos, com alta tecnologia, agregando valor, produzindo empregos e gerando o desenvolvimento econ\u00f4mico sempre respeitando a quest\u00e3o ambiental&#8221;, destacou o secret\u00e1rio na cerim\u00f4nia de lan\u00e7amento do Mapa Geol\u00f3gico.<br><br>O governador Blairo Maggi disse tamb\u00e9m, que al\u00e9m de ajudar na atra\u00e7\u00e3o de investimentos, o mapa possibilita ainda a revitaliza\u00e7\u00e3o da economia de muitos munic\u00edpios garimpeiros que h\u00e1 algumas d\u00e9cadas experimentaram surtos de desenvolvimento com a extra\u00e7\u00e3o do ouro e diamante mais f\u00e1cil de extrair. &#8220;Esse mapa d\u00e1 indica\u00e7\u00e3o de que ainda nestes lugares, atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas mais avan\u00e7adas, o ouro, diamante e outros minerais ainda podem ser explorados&#8221;.<br><br>INSTALA\u00c7\u00c3O DE NOVAS IND\u00daSTRIAS E POTENCIAL MINERAL<br><br>Pelo menos 13% do territ\u00f3rio mato-grossense foi requerido por empresas nacionais e multinacionais para pesquisa mineral. Atualmente sete grandes projetos est\u00e3o implantados ou em fase de implanta\u00e7\u00e3o no estado. Ao todo cerca de 6,7 mil empregos diretos e indiretos devem ser gerados, nos munic\u00edpios de Chapada dos Guimar\u00e3es, Rio Branco,Comodoro, Aripuan\u00e3, Ju\u00edna, Vila Bela Sant\u00edssima Trindade e Nova Xavantina.<br><br>Segundo o superintendente de minas da Sicme, Joaquim Moreno, a melhor resposta das empresas em rela\u00e7\u00e3o a todos os resultados de levantamento mineral feitos no Estado, pode ser medida na quantidade de hectares requeridos pra explora\u00e7\u00e3o no estado. No per\u00edodo de 2004 a 2007 mais de 11.450 milh\u00f5es de hectares foram requeridos, n\u00famero quase tr\u00eas vezes maior que a quantidade requerida at\u00e9 o ano de 2003, ou seja, 4,5 milh\u00f5es de hectares, \u00e9poca em que n\u00e3o havia dados de mapeamento geol\u00f3gico disponibilizados pelo Estado.<br><br>Fonte:&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.odocumento.com.br\/noticia.php?id=250487\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Jornal O Documento<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>seg, 04\/02\/2008 &#8211; 12:54 Foram os investimentos em projetos de infra-estrutura geol\u00f3gica de aproximadamente R$24,5 milh\u00f5es &#8211; partilhados entre a Sicme e o Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (CPRM) &#8211; em um per\u00edodo de cinco anos, que transformou o subsolo mato-grossense em objeto de grandes investimentos privados. 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