{"id":439,"date":"2007-08-25T12:00:58","date_gmt":"2007-08-25T15:00:58","guid":{"rendered":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=439"},"modified":"2020-10-20T15:59:43","modified_gmt":"2020-10-20T18:59:43","slug":"gtp-apl-realiza-primeira-reuniao-plenaria","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=439","title":{"rendered":"Serid\u00f3 \u00e9 a maior produtora do RN"},"content":{"rendered":"\n<p>sab, 25\/08\/2007 &#8211; 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Em Parelhas j\u00e1 est\u00e1 montado e equipado o Laborat\u00f3rio de An\u00e1lise Mineral. A unidade tem a finalidade de qualificar os minerais existentes no Serid\u00f3 Paraibano e Potiguar. No munic\u00edpio tamb\u00e9m est\u00e1 sendo implantada uma unidade de britagem do feldspato, mineral utilizado na ind\u00fastria cer\u00e2mica. O objetivo \u00e9 juntar e organizar toda a produ\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio atrav\u00e9s da cooperativa, numa iniciativa da Cooperativa dos Mineradores Potiguares (UNIMINA) e da Cooperativa dos Mineradores de Parelhas, em parceria com uma empresa paulista.<br><br>Currais Novos aposta na Mica<br><br>No munic\u00edpio de Currais Novos est\u00e1 sendo implantado o N\u00facleo de apoio \u00e0 Extra\u00e7\u00e3o Mineral dos Pegmatitos do Serid\u00f3. A previs\u00e3o \u00e9 que o N\u00facleo seja instalado no Povoado Cruz. A autoriza\u00e7\u00e3o para a implanta\u00e7\u00e3o foi publicada no Di\u00e1rio Oficial no \u00faltimo dia 3 de janeiro. O projeto tem 90% dos recursos oriundos Governo Federal, atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, e a contrapartida de 10% do Governo do Estado via FAPERN e Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econ\u00f4mico.<br><br>Tamb\u00e9m atrav\u00e9s do APL Pegmatitos do Serid\u00f3, est\u00e1 sendo viabilizado o projeto \u2018\u2018Constru\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva da Muscovita\u2019\u2019, o mineral conhecido como Mica, tem como base uma unidade de beneficiamento de Mica em sistema de comodato unindo A UNIMINA e a empresa su\u00ed\u00e7a, Von Rool no munic\u00edpio de Currais Novos. A multinacional, que tem unidades em cinco pa\u00edses, incluindo o Brasil, onde est\u00e1 implantada no estado do Cear\u00e1, vai dar in\u00edcio nos pr\u00f3ximos meses \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma unidade de beneficiamento de mica na BR 427, sa\u00edda de Currais Novos para Acari.<br><br>A \u00e1rea adquirida pela empresa j\u00e1 est\u00e1 licenciada pelos \u00f3rg\u00e3os ambientais competentes. O projeto prev\u00ea um investimento privado de R$ 700 mil, que pode chegar at\u00e9 R$ 1,2 milh\u00e3o em estrutura f\u00edsica, m\u00e1quinas equipamentos. Neste sistema, a Von Roll entra com a estrutura, e a UNIMINA entra com a m\u00e3o de obra, para fornecer mica beneficiada na quantidade e qualidade que a multinacional necessita. \u2018\u2018A empresa vai investir os recursos financeiros na unidade, enquanto a UNIMINA vai montar a unidade e capacitar os cooperados (garimpeiros), para a produ\u00e7\u00e3o, a qual ser\u00e1 repassada via cooperativa\u2019\u2019, explica o presidente da UNIMINA Raimundo Bezerra Guimar\u00e3es.<br><br>Atualmente, a UNIMINA est\u00e1 trabalhando na legaliza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas para extra\u00e7\u00e3o da mica. Raimundo explica que n\u00e3o existem grandes reservas de mica na regi\u00e3o e que elas s\u00e3o muito espalhadas. Ele lembra que, h\u00e1 dois anos, o pre\u00e7o da Mica era invi\u00e1vel, dez centavos o quilo. Hoje o quilo sai por cerca de 35 centavos.<br><br>Ele lembra que os garimpos locais n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de fornecer a mica na quantidade de min\u00e9rio que a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o necessita e, sem condi\u00e7\u00f5es de beneficiar o min\u00e9rio, perde-se em qualidade. \u2018\u2018Por isso, \u00e9 necess\u00e1rio a uni\u00e3o dos mineradores para quantificar e qualificar a m\u00e3o de obra mineradora. Nossa inten\u00e7\u00e3o \u00e9, atrav\u00e9s da cooperativa, juntar a produ\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o\u2019\u2019, afirma ele.<br><br>Com a consolida\u00e7\u00e3o do projeto, a Cooperativa dos Mineradores Potiguares (UNIMINA) passar\u00e1 dos seus atuais 54 cooperados para 240 reunindo garimpeiros e mineradores de v\u00e1rias cidades. No Serid\u00f3 existem atualmente a Associa\u00e7\u00e3o dos Mineradores de Ouro Branco, Associa\u00e7\u00e3o dos Mineiros de Parelhas, Cooperativa dos Mineradores de Parelhas (COOMINAS), a Associa\u00e7\u00e3o dos Pequenos Mineradores de Equador, Associa\u00e7\u00e3o dos Mineradores de Lajes Pintadas, Cooperativa dos Mineradores de S\u00e3o Tom\u00e9, a Cooperativa dos Mineradores de Parelhas (COOMINAS), al\u00e9m da UNIMINA, em Currais Novos.<br><br>Atualmente o beneficiamento da mica para a Von Rool \u00e9 feito em Fortaleza, para onde \u00e9 vendida praticamente toda a mica extra\u00edda no Serid\u00f3 paraibano e potiguar. Com a implanta\u00e7\u00e3o da unidade em Currais Novos o quadro ser\u00e1 revertido pois a produ\u00e7\u00e3o das cidades de Lajes Pintadas, S\u00e3o Tom\u00e9, Cerro Cor\u00e1, Currais Novos, S\u00e3o Vicente, Acari, Jardim do Serid\u00f3, Santana do Serid\u00f3, Campo Redondo, Carna\u00faba dos Dantas, Parelhas, Equador ser\u00e1 beneficiada no Serid\u00f3 potiguar e, com o p\u00f3lo cer\u00e2mico que est\u00e1 sendo consolidado em Mossor\u00f3, a cadeia produtiva ficar\u00e1 amarrada no Rio Grande do Norte.<br><br>APL trouxe novas perspectivas<br><br>Raimundo Bezerra conta que com a implanta\u00e7\u00e3o do APL Pegmatitos do Serid\u00f3, o cen\u00e1rio do setor mineral come\u00e7ou a mudar passando a ter novas perspectivas. \u2018\u2018A partir de ent\u00e3o foi feita a atualiza\u00e7\u00e3o do mapa geol\u00f3gico do RN, foram viabilizados os projetos sediados em Parelhas, Ouro Branco e Currais Novos\u2019\u2019, lembra Machado.<br><br>Ele diz que os projetos em andamento na regi\u00e3o s\u00e3o resultado de v\u00e1rias reuni\u00f5es, de discuss\u00f5es que tiveram in\u00edcio a partir de um Semin\u00e1rio realizado em 1999, na cidade de Currais Novos, que reuniu dezenove institui\u00e7\u00f5es do setor.<br><br>Saiba mais<br><br>O setor mineral foi um dos mais pujantes da economia potiguar no passado. Seu carro-chefe era a scheelita, que come\u00e7ou a ser produzida na d\u00e9cada de 40, decaindo por volta de 1997. A entrada da China no mercado, com uma pol\u00edtica agressiva de pre\u00e7os baixos, fechou a porta das mineradoras e colocou na rua milhares de trabalhadores. Uma recente recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os no mercado internacional deu, entretanto, nova musculatura \u00e0 retomada do setor. (RM)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fonte:&nbsp;<a href=\"http:\/\/diariodenatal.dnonline.com.br\/site\/materia.php?idsec=5&amp;idmat=167412\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Di\u00e1rio de Natal<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>sab, 25\/08\/2007 &#8211; 12:00 Em Parelhas j\u00e1 est\u00e1 montado e equipado o Laborat\u00f3rio de An\u00e1lise Mineral. A unidade tem a finalidade de qualificar os minerais existentes no Serid\u00f3 Paraibano e Potiguar. 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