{"id":2400,"date":"2013-02-26T16:10:13","date_gmt":"2013-02-26T19:10:13","guid":{"rendered":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=2400"},"modified":"2020-10-15T02:17:13","modified_gmt":"2020-10-15T05:17:13","slug":"exportacoes-do-setor-de-rochas-superarao-bem-mais-de-us-1-bilhao-de-dolares","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=2400","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es do setor de rochas superar\u00e3o bem mais de US$ 1 bilh\u00e3o de d\u00f3lares"},"content":{"rendered":"\n<p>De acordo com dados da Abirochas, as exporta\u00e7\u00f5es do per\u00edodo janeiro-novembro de 2012 atingiram US$ 981,21 milh\u00f5es e 2.080.555,60 t, mantendo varia\u00e7\u00e3o positiva tanto em faturamento (+6,72%), quanto em volume f\u00edsico (+3,62%), frente ao mesmo per\u00edodo de 2011. As exporta\u00e7\u00f5es do m\u00eas de novembro, especificamente, somaram US$ 87,05 milh\u00f5es e 205.216,76 t, superando as do \u00faltimo m\u00eas de outubro.<\/p>\n\n\n\n<p>A expectativa \u00e9 a de que o setor feche o ano de 2012 com quase US$ 1,1 bilh\u00e3o de faturamento e 2,3 milh\u00f5es t em volume f\u00edsico, voltando \u00e0 performance de anos anteriores. Um dado interessante em 2012 foi o aumento das exporta\u00e7\u00f5es de rochas carbon\u00e1ticas, especialmente m\u00e1rmores.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante deste quadro positivo, espera-se para 2013 um crescimento das exporta\u00e7\u00f5es, em fun\u00e7\u00e3o do aquecimento do mercado de chapas para os EUA e de blocos para a China, o que dever\u00e1 compensar a queda nas vendas para o mercado europeu.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es de materiais rochosos naturais somaram US$ 55,95 milh\u00f5es e 90.887,40 t no per\u00edodo janeiro-novembro, com varia\u00e7\u00e3o negativa de respectivamente 10,15% e 5,94% frente a 2011, com decl\u00ednio do pre\u00e7o m\u00e9dio das importa\u00e7\u00f5es brasileiras de rochas, enquanto as importa\u00e7\u00f5es de materiais rochosos artificiais somaram US$ 43,81 milh\u00f5es e 56.893,81 t, com varia\u00e7\u00e3o positiva de respectivamente 59,81% e 101,77% frente a 2011.<\/p>\n\n\n\n<p>A expectativa para dois importantes mercados para o Brasil, EUA para chapas e China para blocos, \u00e9 a seguinte: em rela\u00e7\u00e3o aos Estados Unidos, a recupera\u00e7\u00e3o da economia americana deve ser impulsionada a partir da retomada do setor imobili\u00e1rio residencial, uma vez que os investimentos em im\u00f3veis residenciais dever\u00e3o crescer 12% em 2013, com o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o de 930 mil novas moradias e aumento no pre\u00e7o m\u00e9dio dos im\u00f3veis de 3,5%; enquanto o mercado chin\u00eas sinaliza para o crescimento da demanda interna em detrimento do est\u00edmulo \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, com redu\u00e7\u00e3o das tarifas de importa\u00e7\u00e3o para cerca de 800 produtos, especialmente mat\u00e9rias-primas e bens intermedi\u00e1rios (de acordo com dados do Informe da Abirochas 14\/2012).<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil tem reais condi\u00e7\u00f5es de competitividade nos mercados internacionais, pois alia a qualidade, beleza e exotismo dos seus materiais \u00e0 alta tecnologia, desde o beneficiamento ao acabamento final. Nota-se, claramente, nos \u00faltimos dois anos, que o setor vem investindo fortemente em tecnologia de ponta, especialmente em teares multifios, o que transformou o Pa\u00eds em excelente mercado para os fabricantes estrangeiros. Este nicho de mercado tornou-se t\u00e3o atrativo e competitivo que, em 2012, durante a Vit\u00f3ria Stone Fair, fabricantes nacionais tamb\u00e9m apresentaram seus teares multifios, com performance comprovada e excelente rela\u00e7\u00e3o custo-benef\u00edcio. Tamb\u00e9m em 2012, muitas empresas investiram na aquisi\u00e7\u00e3o de politrizes, uma vez que hoje o setor j\u00e1 oferece o mesmo acabamento final de qualidade para o mercado interno, em fun\u00e7\u00e3o da crescente demanda por rochas ornamentais em obras de grande porte e projetos de arquitetura e decora\u00e7\u00e3o residenciais, comerciais e corporativos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os empres\u00e1rios est\u00e3o acreditando no Brasil, investindo em alta tecnologia, mesmo com a baixa lucratividade. Acreditando no mercado interno, cada vez mais exigente, e na qualidade do produto brasileiro, aprimorando o que a natureza oferece. O que significa dizer que, mesmo em tempos de crise, o setor de rochas manteve um alto n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00f5es significativas.<\/p>\n\n\n\n<p>No mercado interno, o setor de rochas \u00e9 bastante influenciado pela constru\u00e7\u00e3o civil, que apesar de ter crescido em ritmo menor (4% em 2012), ainda assim cresceu \u00e0 frente do PIB nacional. O SindusCon-SP (Sindicato da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o Civil do Estado de S\u00e3o Paulo) projeta para 2013, um crescimento de 3,5% e 4%, informa\u00e7\u00e3o divulgada em novembro \u00faltimo. A expectativa \u00e9 a de que haver\u00e1 uma recupera\u00e7\u00e3o da taxa de investimento, que dever\u00e1 ficar em 19% do PIB.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo especialistas da FGV, as perspectivas para 2013 s\u00e3o otimistas, pois o PMCMV dever\u00e1 ter seu ritmo acelerado e as obras para os eventos esportivos tamb\u00e9m ganhar\u00e3o maior velocidade. O cr\u00e9dito continuar\u00e1 sustentando a demanda habitacional e os recursos para infraestrutura dever\u00e3o crescer. E o ano j\u00e1 come\u00e7a aquecido para o setor de rochas com duas importantes feiras j\u00e1 nos primeiros meses do ano \u2013 Vit\u00f3ria Stone Fair e Revestir &#8211; que prometem movimentar o mercado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fonte: Revista Rochas de Qualidade<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com dados da Abirochas, as exporta\u00e7\u00f5es do per\u00edodo janeiro-novembro de 2012 atingiram US$ 981,21 milh\u00f5es e 2.080.555,60 t, mantendo varia\u00e7\u00e3o positiva tanto em faturamento (+6,72%), quanto em volume f\u00edsico (+3,62%), frente ao mesmo per\u00edodo de 2011. 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