{"id":2276,"date":"2012-07-06T15:43:32","date_gmt":"2012-07-06T18:43:32","guid":{"rendered":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=2276"},"modified":"2020-10-14T22:11:47","modified_gmt":"2020-10-15T01:11:47","slug":"o-novo-mapa-da-vale","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=2276","title":{"rendered":"O novo Mapa da Vale"},"content":{"rendered":"\n<p>Quem se debru\u00e7a sobre os n\u00fameros do balan\u00e7o da Vale e o desempenho de suas a\u00e7\u00f5es nas bolsas de valores de S\u00e3o Paulo e de Nova York tem a impress\u00e3o de se tratar de duas empresas distintas. \u00c9 que, pelo lado cont\u00e1bil, a mineradora segue exibindo n\u00fameros robustos. Desde 2006, sua receita operacional l\u00edquida avan\u00e7ou 130%, para R$ 103 bilh\u00f5es. Somente no acumulado janeiro-junho de 2012, as vendas somaram R$ 43 bilh\u00f5es. Por outro lado, a cota\u00e7\u00e3o de suas a\u00e7\u00f5es, que na d\u00e9cada passada fizeram a alegria de investidores, n\u00e3o para de cair. De janeiro de 2011 at\u00e9 o primeiro preg\u00e3o deste m\u00eas, os pap\u00e9is recuaram 21,76%, na Bovespa, e 37,7% na bolsa americana, onde s\u00e3o negociados seus ADRs.<\/p>\n\n\n\n<p>Eldorado: gra\u00e7as ao complexo Caraj\u00e1s, no Par\u00e1, a Vale se tornou a maior pot\u00eancia<br>do mundo em min\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa, digamos, m\u00e1 vontade do mercado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 companhia ficou mais evidente h\u00e1 duas semanas, quando foi divulgado o balan\u00e7o do segundo trimestre. Nem o crescimento da receita operacional, que subiu 14,9% para R$ 23,9 bilh\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro trimestre de 2011, nem o embarque recorde de pelotas foram suficientes para melhorar o humor de analistas e investidores. Resultado, um dia ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o dos n\u00fameros as a\u00e7\u00f5es da empresa chegaram a recuar 3,4% na Bovespa, para tristeza de seus cerca de quatro milh\u00f5es de shareholders. Mais: o JP Morgan rebaixou de US$ 29 para US$ 24,50 o pre\u00e7o-alvo dos ADRs. Um cen\u00e1rio que, na vis\u00e3o de Murilo Ferreira, 58 anos, presidente da Vale, n\u00e3o condiz com a solidez da empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, ele evita entrar em pol\u00eamica. \u201cO mercado trabalha em cima de suas pr\u00f3prias expectativas\u201d, disse \u00e0 DINHEIRO. \u201cQuando os n\u00fameros se situam abaixo do que os analistas esperam, os pap\u00e9is s\u00e3o penalizados\u201d (leia mais ao final da reportagem). O executivo est\u00e1 confiante na revers\u00e3o desse quadro no m\u00e9dio prazo. Para isso, desde que assumiu o posto, em maio de 2011, em substitui\u00e7\u00e3o ao executivo Roger Agnelli, vem implementando mudan\u00e7as importantes. Com uma s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o em administra\u00e7\u00e3o e finan\u00e7as, que inclui uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na IMD Business School, de Lausanne, Ferreira tratou de alterar o foco estrat\u00e9gico da mineradora. \u201cA empresa estava envolvida em muitos neg\u00f3cios paralelos\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAgora, vamos concentrar os esfor\u00e7os em min\u00e9rio de ferro, n\u00edquel, cobre, carv\u00e3o metal\u00fargico e fertilizantes.\u201d Mas suas maiores apostas est\u00e3o no min\u00e9rio, o carro-chefe da Vale e com o qual se transformou em uma gigante global. Nesses 18 meses, a despeito das dificuldades, Ferreira coleciona algumas vit\u00f3rias. A ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o de riscos Standard &amp; Poor\u2019s (S&amp;P), dos Estados Unidos, elevou a nota da empresa para A-, a segunda melhor de uma empresa brasileira, perdendo apenas para Ambev (A), e acima do rating soberano do Brasil (BBB). \u201cDesde 2006 o rating da mineradora subiu dois degraus\u201d, diz Rafaela Vit\u00f3ria, analista de minera\u00e7\u00e3o da S&amp;P. Outra foi a aprova\u00e7\u00e3o, no come\u00e7o de junho, da licen\u00e7a ambiental para a explora\u00e7\u00e3o de Serra Sul, em Caraj\u00e1s, no Par\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>O empreendimento vai exigir investimentos de R$ 40 bilh\u00f5es, at\u00e9 2016, refor\u00e7ando o principal diferencial competitivo da Vale que \u00e9 o baixo custo de produ\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio, estimado em US$ 25 por tonelada. Com isso, ele desatou o n\u00f3 em uma de suas \u00e1reas mais sens\u00edveis. Levantamentos feitos pelo mercado indicam que, em 2011, havia cerca de 50 projetos da Vale parados nos \u00f3rg\u00e3os ambientais. \u201cH\u00e1 dez anos que n\u00e3o consegu\u00edamos novas autoriza\u00e7\u00f5es para atuar na regi\u00e3o\u201d, afirma. A entrada de Serra Sul em opera\u00e7\u00e3o dever\u00e1 mudar o status da empresa de a maior produtora de ferro do mundo e a segunda de min\u00e9rios em geral, atr\u00e1s da australiana Rio Tinto. \u201cTemos motivos para sermos otimistas em rela\u00e7\u00e3o ao futuro da Vale\u201d, afirma o analista Johnathan Brandt, especialista em minera\u00e7\u00e3o da corretora HSBC, baseado em Nova York.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO aumento da produ\u00e7\u00e3o deve melhorar ainda mais a competitividade da companhia.\u201d At\u00e9 o fim de 2017, a nova mina vai adicionar 90 milh\u00f5es de toneladas de min\u00e9rio, por ano, aos 109,8 milh\u00f5es de toneladas extra\u00eddos hoje do complexo Caraj\u00e1s. Dono de um jeito expansivo e de perfil conciliador, esse mineiro nascido em Uberaba, casado e pai de uma jovem de 21 anos, \u00e9 af\u00e1vel no trato com os subordinados. Faz quest\u00e3o de cumprimentar todos que encontra desde o instante em que estaciona o carro na garagem do edif\u00edcio-sede da mineradora, no centro do Rio de Janeiro. No dia seguinte aos jogos do Fluminense, seu time de cora\u00e7\u00e3o, comenta sobre o placar da rodada, especialmente quando consegue bater o arquirrival Flamengo, feito que n\u00e3o tem sido dif\u00edcil de acontecer.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m gosta de visitar os clientes e as subsidi\u00e1rias da com panhia, para trocar ideias com os funcion\u00e1rios. \u201cHoje, a tens\u00e3o entre trabalhadores e a empresa \u00e9 menor\u201d, diz Carlos Roberto de Assis Ferreira, vice-presidente do Sindicato Metabase de Itabira, em Minas Gerais. Um estilo exatamente oposto ao de seu antecessor, Roger Agnelli \u2013 respons\u00e1vel por transformar a mineradora em uma m\u00e1quina de fazer dinheiro, conhecido por sua postura imperial e autossuficiente. Ferreira evita compara\u00e7\u00f5es e nem sequer cita o nome de Agnelli em suas conversas. Ele tamb\u00e9m \u00e9 o tipo de gestor que valoriza o trabalho em equipe. No caso da divis\u00e3o de meio ambiente, sua primeira provid\u00eancia foi fortalecer a \u00e1rea, trocando as consultorias externas por t\u00e9cnicos da pr\u00f3pria Vale.<\/p>\n\n\n\n<p>Os projetos passaram a ser priorizados a partir da decis\u00e3o de um comit\u00ea. As equipes respons\u00e1veis pelos investimentos em cada \u00e1rea passaram a se reunir semanalmente para definir as estrat\u00e9gias diante dos \u00f3rg\u00e3os ambientais. Os desafios vividos pela empresa v\u00eam sendo contornados por Ferreira mineiramente, sem muito alarde. A lista inclui a negocia\u00e7\u00e3o do valor dos royalties devidos a Estados e ao governo federal, o caso dos supernavios, uma manada de elefantes brancos herdada da gest\u00e3o anterior, e a parceria na implanta\u00e7\u00e3o de sider\u00fargicas no Brasil. No primeiro caso ele confia em um acerto para breve. Quanto aos navios, a decis\u00e3o \u00e9 vender as 35 embarca\u00e7\u00f5es e quem arrematar o lote ter\u00e1 de se comprometer em assinar um contrato de longo prazo com a mineradora.<\/p>\n\n\n\n<p>Os navios j\u00e1 consumiram US$ 1,6 bilh\u00e3o e sua estreia foi cercada de pol\u00eamica porque o governo chin\u00eas, de longe o cliente n\u00famero 1 da Vale, proibiu que atracassem em seus portos. O projeto \u00e9 considerado um dos desacertos da era Agnelli. Ele foi procurado pela DINHEIRO para falar sobre o tema, mas sua assessoria explicou que ele n\u00e3o iria comentar, pois estava em viagem ao Exterior. Pessoas pr\u00f3ximas ao ex-presidente argumentam que ele n\u00e3o se importa com as cr\u00edticas. \u201cTemos fatos e dados para comprovar que todas as medidas tomadas foram ben\u00e9ficas para a Vale\u201d, disse um de seus interlocutores constantes. Em julho, Agnelli anunciou a cria\u00e7\u00e3o da AGN, empresa em sociedade com o BTG Pactual, que nasceu com capital de US$ 500 milh\u00f5es para investir em diversas \u00e1reas, inclusive minera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Peso-pesado: os supernavios se tornaram uma fonte de problemas para a Vale<br>e acabaram sendo postos \u00e0 venda.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao privilegiar o Brasil com destino para seus investimentos, Ferreira espera tamb\u00e9m reduzir o peso que os clientes internacionais t\u00eam em sua carteira. Do total da venda de min\u00e9rio, a China fica com a maior fatia individual, 31,6%, seguida da Europa e do Brasil, com 19% cada. Nesse contexto \u00e9 que Ferreira defende a continuidade dos investimentos feitos na instala\u00e7\u00e3o de sider\u00fargicas no Brasil, sozinha ou em parceria com estrangeiros. O objetivo \u00e9 recuperar o espa\u00e7o no mercado interno, onde j\u00e1 dominou 70% do suprimento e deve recuar para 29%, em 2014, em decorr\u00eancia da decis\u00e3o das sider\u00fargicas locais de tamb\u00e9m investir em minera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No total , esses projetos devem representar desembolso de at\u00e9 R$ 20 bilh\u00f5es, e marcar a chegada das gigantes coreanas Posco e Dongkuk ao Brasil. Com isso, Ferreira espera reverter os problemas gerados pela Compa\u00adnhia Sider\u00fargica do Atl\u00e2ntico (CSA) controlada pela alem\u00e3 ThyssenKrupp e da qual det\u00e9m 26,8%. A obra consumiu US$ 8,6 bilh\u00f5es, quase o dobro do estimado, e hoje os alem\u00e3es querem se livrar do neg\u00f3cio. A chinesa Baosteel tamb\u00e9m deu para tr\u00e1s no projeto de instalar a sider\u00fargica de UBU, no Esp\u00edrito Santo. \u201cO mercado local \u00e9 importante para a Vale e pretendemos voltar a ser um fornecedor de destaque nessa \u00e1rea\u201d, diz Ferreira.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA Vale estava com muitos neg\u00f3cios paralelos, e isso n\u00e3o \u00e9 bom\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de o mercado e os investidores seguirem com um p\u00e9 atr\u00e1s em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Vale, o presidente da mineradora, Murilo Ferreira, se diz confiante. Segundo ele, a empresa est\u00e1 se preparando para um novo ciclo de grande crescimento. Acompanhe os principais trechos da entrevista \u00e0 DINHEIRO:<br>&nbsp;<br>A Vale vem apanhando bastante do mercado. Os analistas est\u00e3o sendo muito rigorosos com a empresa?<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o creio. Acho que o mercado sempre faz sua avalia\u00e7\u00e3o com base em expectativas. Eles partiram de premissas muito favor\u00e1veis e os n\u00fameros do segundo trimestre foram abaixo do esperado, devido \u00e0 queda no pre\u00e7o m\u00e9dio de venda do min\u00e9rio de ferro e dos efeitos da varia\u00e7\u00e3o cambial sobre o balan\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>O sr. ficou incomodado pela Vale ter perdido para a Ambev a posi\u00e7\u00e3o de a empresa mais valiosa da bolsa?<\/p>\n\n\n\n<p>Na verdade n\u00e3o. Em qualquer an\u00e1lise \u00e9 preciso levar em conta o setor no qual a Vale atua e que foi um dos mais afetados pelo agravamento da crise econ\u00f4mica europeia, a partir de janeiro de 2011. Apesar disso, fechamos o ano passado com um lucro operacional recorde de US$ 30,1 bilh\u00f5es. No acumulado de 2012, j\u00e1 superamos a marca de US$ 20 bilh\u00f5es, um dos tr\u00eas melhores desempenhos da hist\u00f3ria da companhia. Perdemos a posi\u00e7\u00e3o para uma empresa bem administrada e que tem seus m\u00e9ritos. Trata-se, por\u00e9m, de uma fotografia de momento e n\u00e3o de uma tend\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>A falta de licenciamento ambiental estava emperrando cerca de 50 projetos da empresa. O que foi feito para equacionar essa situa\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p>Fizemos algumas mudan\u00e7as importantes, que valorizaram a equipe interna. Antes, boa parte desse servi\u00e7o era feita por consultorias. A quest\u00e3o ambiental chegou a colocar em risco at\u00e9 mesmo a continuidade de algumas opera\u00e7\u00f5es relevantes, como a de Serra Norte, em Caraj\u00e1s. A libera\u00e7\u00e3o do projeto Serra Sul, ocorrida em junho, representa um marco para a companhia, pois fazia dez anos que n\u00e3o consegu\u00edamos uma licen\u00e7a dos \u00f3rg\u00e3os ambientais para a regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa poderia ser identificada como uma das principais marcas de sua gest\u00e3o at\u00e9 agora?<\/p>\n\n\n\n<p>Tenho procurado trabalhar com algumas premissas. A principal delas \u00e9 foco. Achava que a companhia precisava refor\u00e7ar sua posi\u00e7\u00e3o, especialmente nas \u00e1reas onde temos as maiores vantagens competitivas: min\u00e9rio, n\u00edquel, cobre, carv\u00e3o metal\u00fargico e fertilizantes. A empresa estava com muitos neg\u00f3cios paralelos e isso n\u00e3o era bom. Tamb\u00e9m dou muito valor ao trabalho em equipe e acredito que funcion\u00e1rios motivados produzem mais e com mais seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>O sr. pretende manter os investimentos na constru\u00e7\u00e3o de usinas sider\u00fargicas?<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos anos, a Vale perdeu muitos clientes devido \u00e0 decis\u00e3o de grandes sider\u00fargicas brasileiras, como Usiminas e CSN, que optaram por atuar de forma verticalizada, explorando seu pr\u00f3prio min\u00e9rio. Por conta disso, nossa fatia de mercado, que j\u00e1 foi de 70%, caiu para 50% e dever\u00e1 se reduzir a 29% , em 2014. O mercado local \u00e9 estrat\u00e9gico para n\u00f3s e \u00e9 por isso que estamos desenvolvendo parcerias com sider\u00fargicas estrangeiras interessadas em investir nessa \u00e1rea no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas a Vale pretende ser uma empresa minero-sider\u00fargica?<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. O futuro da Vale \u00e9 ser a melhor empresa de minera\u00e7\u00e3o do mundo, trazendo o maior retorno para os acionistas, em um ambiente de trabalho sustent\u00e1vel e excepcional para seus funcion\u00e1rios. As participa\u00e7\u00f5es em sider\u00fargicas ser\u00e3o vendidas assim que esses neg\u00f3cios sa\u00edrem da puberdade e atingirem a adolesc\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Integrantes do governo federal pregam que a Vale deveria adicionar mais valor aos seus produtos. Como o sr. v\u00ea essas cr\u00edticas?<\/p>\n\n\n\n<p>Em primeiro lugar, gostaria de deixar claro que temos muito orgulho de ser uma empresa produtora de mat\u00e9ria-prima. Assim como os canadenses, os australianos e os sul-africanos, esperamos que os brasileiros reconhe\u00e7am a contribui\u00e7\u00e3o expressiva da minera\u00e7\u00e3o para o Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois da aquisi\u00e7\u00e3o da canadense Inco e da tentativa de compra da anglo-su\u00ed\u00e7a Xstrata, a Vale pretende investir em novas aquisi\u00e7\u00f5es?<\/p>\n\n\n\n<p>Nosso crescimento ser\u00e1 focado no Brasil. Os recursos de que dispomos ser\u00e3o destinados ao desenvolvimento das reservas de Caraj\u00e1s. O projeto Serra Sul, por exemplo, est\u00e1 or\u00e7ado em R$ 40 bilh\u00f5es e ser\u00e1 o maior j\u00e1 feito por uma empresa privada na hist\u00f3ria do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fonte: Isto\u00c9 Dinheiro<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem se debru\u00e7a sobre os n\u00fameros do balan\u00e7o da Vale e o desempenho de suas a\u00e7\u00f5es nas bolsas de valores de S\u00e3o Paulo e de Nova York tem a impress\u00e3o de se tratar de duas empresas distintas. \u00c9 que, pelo lado cont\u00e1bil, a mineradora segue exibindo n\u00fameros robustos. 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