{"id":1958,"date":"2011-08-22T15:19:23","date_gmt":"2011-08-22T18:19:23","guid":{"rendered":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=1958"},"modified":"2020-10-14T01:39:36","modified_gmt":"2020-10-14T04:39:36","slug":"extrac%cc%a7a%cc%83o-de-ouro-avanc%cc%a7a-3-683-em-mt","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/redeaplmineral.org.br\/?p=1958","title":{"rendered":"Extrac\u0327a\u0303o de ouro avanc\u0327a 3.683% em MT"},"content":{"rendered":"\n<p>Neste ano, produ\u00e7\u00e3o aur\u00edfera alcan\u00e7a 7,872 quilos, 23,54% a mais que no ano passado. At\u00e9 2013, com a explora\u00e7\u00e3o de novas reservas, volume de ouro retirado do solo mato-grossense ir\u00e1 totalizar 13 mil quilos, podendo alcan\u00e7ar 15 mil quilos em 2015. Dados s\u00e3o do Departamento Nacional de Produ\u00e7\u00e3o Mineral (DNPM). Atualmente o Estado \u00e9 considerado o terceiro maior produtor nacional do min\u00e9rio, superado apenas por Minas Gerais e Par\u00e1. Aumento da explora\u00e7\u00e3o de jazidas est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o do ouro nos \u00faltimos anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2001 e 2011, pre\u00e7o do metal aumentou 585%. Enquanto em agosto de 2001 a cota\u00e7\u00e3o do ouro equivalia a US$ 270 por on\u00e7a-troy (que equivale a 31,1 gramas), neste m\u00eas j\u00e1 chegou a valer US$ 1,850. Em apenas dois dias, entre 17 e 19 de agosto, pre\u00e7o pago variou de US$ 1,790 por on\u00e7a- troy para US$ 1,850 , numa alta de 3,35%. Mas esse pico ainda \u00e9 inferior ao registrado em 1980, quando alcan\u00e7ou valor equivalente a US$ 2,516. Valoriza\u00e7\u00e3o \u00e9 resultado do maior interesse de investidores em adquirir ouro, considerada op\u00e7\u00e3o mais segura, num momento de instabilidade econ\u00f4mica internacional, com crise na Europa e Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Prest\u00edgio do ouro aumentou at\u00e9 mesmo nos Bancos Centrais, conforme reportagem publicada no New York Times na \u00faltima semana. Para 2011, ouro est\u00e1 sendo notado como melhor classe de ativo. De acordo com registro do Conselho Mundial do Ouro, os BCs det\u00eam 29 mil toneladas de ouro, sendo que a maior parte &#8211; cerca de 8 mil toneladas pertence aos Estados Unidos. Em mais uma &#8220;corrida pelo ouro&#8221;, cerca de 15 empresas de grande e m\u00e9dio porte t\u00eam realizado pesquisas em Mato Grosso.<\/p>\n\n\n\n<p>Prov\u00edncias aur\u00edferas est\u00e3o localizadas na Baixada Cuiabana (Pocon\u00e9), Pontes e Lacerda, Nova Xavantina e extremo Norte do Estado (Alta Floresta, Aripuan\u00e3, Peixoto de Azevedo). No pa\u00eds, n\u00famero de requerimentos de pesquisa para explora\u00e7\u00e3o do metal aumentou 34,80% no primeiro semestre deste ano, num total de 1,162, ante as 892 solicita\u00e7\u00f5es registradas pelo DNPM entre janeiro e junho do ano passado. At\u00e9 agora, 746 foram outorgadas.<\/p>\n\n\n\n<p>No momento, interesse pela explora\u00e7\u00e3o de ouro supera de outros min\u00e9rios, como o ferro. Dentre os bens minerais explorados em Mato Grosso est\u00e3o o ouro, diamante, areia e cascalho, pedra britada, argila, calc\u00e1rio, concentrado de cobre e zino, min\u00e9rio de mangan\u00eas, de cassiterita, cristal de quartzo e quartzo rutilado e \u00e1gua mineral. De calc\u00e1rio, s\u00e3o produzidas 4 milh\u00f5es de toneladas, o que torna o Estado principal produtor. Estado tamb\u00e9m j\u00e1 foi maior produtor de ouro do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Explora\u00e7\u00e3o &#8211; Jazidas aur\u00edferas do Estado podem ser exploradas por mineradoras e permission\u00e1rios de lavras, sendo pessoas f\u00edsicas ou cooperativas. De acordo com superintendente do DNPM, Jocy Gon\u00e7alo de Miranda, 50% da explora\u00e7\u00e3o \u00e9 feita por garimpeiros e cooperativas. &#8220;\u00c9 preciso requerer permiss\u00e3o de lavras ao DNPM, em seguida no \u00f3rg\u00e3o ambiental&#8221;. Ap\u00f3s finaliza\u00e7\u00e3o dos trabalhos, permission\u00e1rios s\u00e3o obrigados a recuperar \u00e1rea. Dentre as mineradoras j\u00e1 atuantes no Estado, a Apoena S.A. inicia produ\u00e7\u00e3o neste ano, ap\u00f3s investimento de US$ 12 milh\u00f5es na regi\u00e3o de Vila Bela da Sant\u00edssima Trindade e Nova Lacerda, de onde ser\u00e3o extra\u00eddas 3,5 toneladas de ouro ao ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Regi\u00e3o de Pontes e Lacerda e Porto Esperidi\u00e3o devem produzir, at\u00e9 2013, 10 toneladas de ouro por ano, ap\u00f3s investimentos de R$ 51 milh\u00f5es pela Serra da Borda Minera\u00e7\u00e3o S.A. (Yamana Desenvolvimento Mineral S.A.).<\/p>\n\n\n\n<p>E, para 2012, a explora\u00e7\u00e3o mineral na regi\u00e3o de Nova Xavantina deve render 1,5 toneladas de ouro ao ano, obtidas pela Minera\u00e7\u00e3o Cara\u00edba S. A, respons\u00e1vel por investimento de R$ 150 milh\u00f5es, desde 2009. De acordo com ge\u00f3logo da Minera\u00e7\u00e3o Cara\u00edba, Daniel Suman, um dos maiores exploradores de ouro do mundo (Kinross) est\u00e1 instalado em Nova Xavantina. &#8220;Conhe\u00e7o outras regi\u00f5es, como Pocon\u00e9, que tem potencial para ser dep\u00f3sito mundial&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Mercado &#8211; Do ouro produzido no Brasil, 75% \u00e9 exportado, conforme registro do&nbsp;<strong>Instituto Brasileiro de Minera\u00e7\u00e3o (Ibram)<\/strong>. Principais compradores s\u00e3o Reino Unido (45%), Su\u00ed\u00e7a (32%), Emirados \u00c1rabes (12%) e Estados Unidos (9%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Gazeta<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste ano, produ\u00e7\u00e3o aur\u00edfera alcan\u00e7a 7,872 quilos, 23,54% a mais que no ano passado. At\u00e9 2013, com a explora\u00e7\u00e3o de novas reservas, volume de ouro retirado do solo mato-grossense ir\u00e1 totalizar 13 mil quilos, podendo alcan\u00e7ar 15 mil quilos em 2015. 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